04/12/2015

[Resenha] Era Uma Vez no Outono – Lisa Kleypas

Oiii Amores!

Como assim já é dezembro? Onde eu estava, pessoas? 🙈

Bom, durante o ano todo eu não sei, mas acabei de voltar do outono de 1843, que é quando se passa Era Uma Vez no Outono, segundo livro da série As Quatro Estações do Amor.

Pra quem ainda não conhece, vale a pena clicar AQUI e conferir a resenha sobre o primeiro livro, Segredos de Uma Noite de Verão, já que é impossível fugir de spoilers nessa aqui. Mas se você já é fã, vem continuar a se apaixonar por esses lindos personagens da Lisa Kleypas, mais um #AutorComLaçoDeFita aqui do blog.

era uma vez no outono pt

Lindeza!

Sinopse:

A jovem e obstinada Lillian Bowman sai dos Estados Unidos em busca de um marido da aristocracia londrina. Contudo nenhum homem parece capaz de fazê-la perder a cabeça. Exceto, talvez, Marcus Marsden, o arrogante lorde Westcliff, que ela despreza mais do que a qualquer outra pessoa.

Marcus é o típico britânico reservado e controlado. Mas algo na audaciosa Lillian faz com que ele saia de si. Os dois simplesmente não conseguem parar de brigar.

Então, numa tarde de outono, um encontro inesperado faz Lillian perceber que, sob a fachada de austeridade, há o homem apaixonado com que sempre sonhou. Mas será que um conde vai desafiar as convenções sociais a ponto de propor casamento a uma moça tão inapropriada?

Em Era Uma Vez no Outono, vamos mais uma vez encontrar as amigas que tomavam chá de cadeira em todos os bailes e também voltaremos ao cenário do primeiro livro, Stony Cross Park, a imensa propriedade de campo pertencente a família de lorde Westcliff. (amei muitão!)

No primeiro livro (SPOILER), Anabelle, Evie e as irmãs Lillian e Daisy tiveram sucesso em seu plano de casar uma delas. Mesmo não sendo o nobre esperado por Anabelle, ela conseguiu um marido maravilho, o Sr. Hunt. Eu simplesmente me apaixonei perdidamente por ele. Do tipo amor eterno mesmo.

A pressão de sua boca aumentou, buscando ardentemente até que os lábios dela foram estimulados a se abrirem. Ela nunca tinha imaginado beijos como estes, carícias profundas, com uma impaciente ternura que parecia minar suas forças até ela fechar os olhos e inclinar-se sobre seu peito.

E agora, de acordo com a ordem de idade, a próxima seria a americana Lillian. Para se enquadrar na sociedade, os Bowman decidiram ir para Londres na tentativa de casar as filhas com nobres ingleses e assim ascender socialmente. Porém, para a infelicidade de Lillian e sua irmã Daisy, os ingleses não se interessaram muito pelos encantos da duas.

– Não há nada na terra mais bonito para mim do que seu sorriso… nenhum som mais doce que sua risada… não há prazer maior do que tê-la em meus braços. Percebi hoje que eu nunca poderia viver sem você….

Em Nova York, mesmo no século XIX, as mulheres tem mais liberdade para se expressar do que em Londres. Olha, as regras de comportamento e etiqueta da nobreza londrina são de enlouquecer. Então é de se imaginar porque as duas irmãs precisam de uma “madrinha” na sociedade. Alguém capaz de falar bem delas para as famílias importantes e ensinar-lhes as milhões de regras da mesma. E Anabelle indica justamente a bruxa mãe de Westcliff. O desafio agora é convencer a megera a amadrinhar as duas.

– Eu quero sentir você. Quero beijar você em todos os lugares.

Como as americanas não seguem o típico comportamento recatado das londrinas, isso acaba incomodando muita gente. Principalmente lorde Westcliff. Muito amigo de Simon Hunt, ele é um típico nobre inglês. Rico, austero e achando-se sempre o dono da verdade. Porém aqui, descobrimos também que Marcus teve uma infância terrível com um pai extremamente ruim que o separava de todas as pessoas as quais ele se apegava. Uma mãe que, misericórdia… nem a madrasta da Cinderela é tão ruim quanto ela. Não…. péra…. a madrasta é sim tão ruim quanto a condessa.

O conflito entre eles no campo de saltos fora um exemplo perfeito de porque uma união entre eles era impossível. Mas isso não mudara o fato de que Marcus queria Lillian Bowman mais do que qualquer outra mulher que ele já havia conhecido.

Considerado o homem mais influente e poderoso da Inglaterra, depois da família Real, ele detesta Lillian. E ela afirma que o sentimento é mutuo. O velho jogo de gato e rato que eu amei desde o primeiro livro, onde toda essa animosidade começou.

Mas todos dizem que o amor é um sentimento facilmente confundido com o ódio não é?

– Você não pode se casar com ele.

– Por que não?

– Porque você é minha agora.

E por mais que Marcus arranje motivos para se convencer de que Lillian é a última mulher no mundo para ele, a atração entre os dois é irresistível. Toda a sociedade espera que ele se case com uma dama de alguma família tradicional inglesa, visto que ele possui um título pelo qual zelar. Ainda mais depois que suas duas irmãs mais novas casaram-se com americanos.

– Você está com raiva porque comecei a fazer amor com você, ou porque não terminei?

Junto com toda essa aura de romance temos a amizade entre as quatro meninas “do chá de cadeira”, que mais uma vez foi um dos fatores que me encantaram no livro. Sem contar que Lillian é ótima. Apesar de ter um pensamento avançado para a época, ela não faz a linha da mocinha teimosa e insuportável, pelo contrario, ela é uma fofa. Tá, ela é um pouco teimosa sim… mas não a ponto de ser chata.

Era uma vez no outono

Olha o nosso novo figurante aí! Papai Noel vai ficar com a gente aqui no blog durante todo o mês de dezembro.

Ah, eu quase morri quando li que Anabelle foi morar no hotel Rutledge, assim como a família Bowman!

Sabe que hotel é esse? Simplesmente o hotel amplamente falado em Os Hathaways. Não vou contar mais sobre o hotel, pois isso seria dar spoler sobre outro livro, mas me deixou muito feliz. E tipo, no terceiro livro essa conexão com Os Hathaways (uma série que eu amo enlouquecidamente) fica ainda mais evidente, pois um dos meus amores literários, Cam Roham, tem um papel super importante. Obrigada, Lisa Kleypas, minha linda! #blogueiraSurtadaDeAmor

– Mudei de ideia em relação a negociação. Você pode ter qualquer coisa que quiser. Qualquer condição, tudo que estiver em meu poder de realizar. Apenas me dê paz de espirito dizendo que será minha esposa.

Pessoas lindas da minha vida, sei que as vezes (sempre….) sou muito, digamos…. ávida… quando falo sobre os livros que amo, mas é mais forte do que eu. Essa série é daquelas que eu quero que todo mundo leia, se apaixone e comente. Li esse livro em dois dias (sabe que não consegui dormir antes de terminar né?!) enlouquecida para terminar e fiquei com falta de ar nos últimos capítulos. O epílogo então, que já dá a deixa para o terceiro livro, é incrível.

Ufa… é isso que acontece quando eu amo muito uma história… perco a noção. Reparam a quantidade de quotes? São tantas e tão lindas as partes que eu marquei que foi muito difícil escolher. #mePerdoem 

Era Uma Vez no Outono é o livro 2 da série As Quatro Estações do Amor e já saiu por aqui.  Tem os links com as promoções aqui em baixo.

Era Uma Vez no Outono

As Quatro Estações do Amor, livro 2

Lisa Kleypas

Editora Arqueiro (no Brasil)

Classificação: ★★★★★ (5)

Livraria da Travessa Livraria da Folha
Livraria Cultura supermercado extra

Amores, agora que já me desfiz em elogios e declarações de amor por esse livro, conta pra mim aqui nos comentários 👇 como vocês reagem quando leem uma história assim apaixonante!

Amo demais falar com vocês.

Bjos 1000!

Jaque

Jaque

Carioca, casada e apaixonada por livros. Lê de tudo, mas prefere romances.Totalmente Disney Freak, ama tudo que a Disney produz. O apertamento onde mora quase não comporta o tamanho do amor pelos livros (agora compra mais e-books), até porque, metade de mim ama ler e a outra metade está ali com um livro na mão.

"...as lost as Alice as mad as the Hatter"
Jaque

2 Comentários

    • Jaque
      Jaque says:

      Oiii Lauriza!
      Se você amou Os Hathaways, pode ter absoluta certeza de que vai amar essa também. É linda demais.
      Bjos 1000!

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